A empresa inteira
em uma tela só.

Vendas, estoque, tráfego, CRM e atendimento no mesmo painel — cada número vindo da fonte, não da planilha de sexta-feira.

O problema

Quantos sistemas você abre
pra saber como foi o dia?

  • ERP nota, estoque, pedido
  • Loja virtual pedido pago, frete, cupom
  • Marketplace venda, taxa, comissão
  • WhatsApp o time vendendo no braço
  • Planilha metas, comissão, fechamento

Cinco sistemas. Cinco verdades. Nenhuma linha entre elas.

O que é o Profeta

Não é um dashboard.
É o critério do dono numa tela.

Um dashboard entrega

O que aconteceu.

Faturamento do período, unidades vendidas, um gráfico de barras. A leitura — e a decisão que ela pede — continuam sendo suas.

O Profeta entrega

O que aconteceu, e o que isso exige.

12% atrás do ritmo da meta. O produto que puxa a venda zera em quatro dias. Trinta e oito clientes há mais de quatro horas sem resposta.

O produto

O dia, a meta
e o ritmo.

É a primeira coisa que abre. Em dez segundos você sabe se o mês vai fechar.

Tela da área Comercial do Profeta, com seis indicadores, o
                    gráfico de 30 dias e o menu lateral de áreas.
Tela da área Financeiro do Profeta, com indicadores de receita,
                    custo e margem.

Maquete com números ilustrativos; prints do produto rodando, com o cliente de demonstração.

Fontes e áreas

De onde o número vem.
Onde ele aparece.

Vinte e quatro áreas, e cada uma é uma tela inteira

O que mais vale — e ninguém vê

A parte invisível
é a que protege a decisão.

Movimentação interna não é venda

Transferência entre fábrica e loja, revenda, romaneio: entra no ERP com nota, mas não é receita. O app exclui de toda conta de faturamento — sozinho.

Fonte que parou vira aviso

Planilha sem acesso, API caída, conector desligado. O número velho não fica na tela fingindo ser novo: vira aviso, com a idade do dado.

Cada pessoa vê o que é dela

Login por pessoa, e o que aparece sai do perfil. A vendedora vê a própria performance; o DRE não sai da diretoria.

Cada cliente tem pasta, cofre e conta próprios. Tentar o endereço de outro cliente responde 404, não “acesso negado” — a diferença importa: “negado” confirmaria que o outro existe.

Como implantamos

Quatro fases.
A primeira tela em 30 dias.

Nada de projeto de TI, nada de servidor seu. Acesso de leitura aos sistemas e uma hora por semana de quem decide.

  1. Semanas 1–2 Diagnóstico das fontes

    Sai um documento: de onde vem cada número, e qual régua vale.

  2. Semanas 3–4 Conexão e primeira tela

    Conectores ligados e os números conferidos contra a sua fonte da verdade, um a um.

  3. Mês 2 Régua, metas e rituais

    Metas por canal e por pessoa, comissão automática, TV da parede. O time passa a operar na tela.

  4. Mês 3 Automações

    Aviso de envio, fila de recuperação, IA no plantão, alerta de estoque.

O que a gente garante: número que não fecha é defeito de prioridade máxima.

Próximo passo

Diagnóstico das fontes.

Uma hora com quem opera cada sistema. Sai de lá um documento de uma página: as fontes, os furos, e qual módulo entra primeiro.

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